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Ciências sem Fronteiras

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Expandir, consolidar, internacionalizar, bem como melhorar a competitividade brasileira em temas relacionados à ciência e tecnologia, estão entre as características principais do programa. A inciativa partiu do interesse dos Ministérios da Educação e de Ciência, Tecnologia e Inovação. A meta para 4 anos é a de oferecer mais de 100 mil bolsas para intercâmbio, tanto para os alunos de graduação, bem como os de pós-graduação. O objetivo também é estabelecer parcerias para com os pesquisadores estrangeiros, que queiram morar no Brasil.

Os participantes serão treinados pelas melhores entidades, bem como grupos de pesquisa. No site oficial há informações sobre as instituições parceiras, dentre as quais incluem países como: Alemanha, Áustria, Canadá, China, Dinamarca, Estados Unidos, Holanda, Índia, Israel, Japão, Portugal, Suíça, além de outros disponíveis na listagem.

As bolsas para o exterior são disponibilizadas por categorias, são elas: graduação, tecnólogo, desenvolvimento tecnológico, doutorado sanduíche, doutorado pleno, pós-doutorado e mestrado profissional. No Brasil, a modalidades são: atração de cientistas para o Brasil, pesquisador visitante especial e bolsas jovens talentos. Para demais informações aprofundadas, é recomendável acessar o site do programa Ciência sem Fronteiras.

inscrições ciências sem fronteiras

 

Áreas contempladas

As bolsas são destinadas para estudantes e profissionais de diversas áreas de atuação. Todavia, nem todas as carreiras são atendidas, por isso é melhor manter a atenção nesse ponto. Dentre as contempladas estão: engenharias e demais áreas tecnológicas, tecnologia aeroespacial, biotecnologia, ciências do mar, nanotecnologia e novos materiais; petróleo, gás e carvão mineral; produção agrícola sustentável, além de outras com relação nos segmentos de ciência e tecnologia.

 

Quem pode participar?

Para ingressar, o candidato precisa ser aluno de graduação ou pós-graduação. No entanto, a instituição de ensino, que pode ser pública ou particular, precisa fazer parte do programa, que também se estende para os cursos tecnólogos. Há uma diferença para os que desejam o doutorado pleno ou sanduíche, visto que eles precisam ser aceitos em alguma universidade estrangeira. Para mais detalhes, no site oficial há mais informações.

Veja tudo sobre: http://www.cienciasemfronteiras.gov.br/web/csf

 

Valores

A mensalidade para o pesquisador visitante é de 14 mil reais e para cada ano de projeto, o valor estimado é de 50 mil reais. A bolsa de atração de jovem pesquisador se divide em BJT – A e BJT – B. No primeiro caso, a mensalidade é de 7 mil reais e o auxílio destinada a cada ano do projeto é de 20 mil reais. No segundo, respectivamente, são: 4,1 mil reais e 10 mil reais. As bolsas para estudante no exterior varia bastante, de um lugar para o outro ou mesmo a categoria em que ele se enquadra.

Por exemplo, para o pós-doutorado nos EUA, o valor é de 2,1 mil dólares, que dá pouco mais de 4 mil reais. Já a graduação sanduíche no mesmo lugar, o preço fixado é de 870 dólares, ou seja, quase 2 mil reais. É importante verificar a tabela, pois nela também constam alguns adicionais, demandados em cada região disponível.

 

Apoio ao bolsista

É importante que o candidato esteja cercado de todos os pormenores relacionados ao Programa Ciência sem Fronteiras, principalmente, sobre as condições de apoio quando ele estiver fora do país, por isso é importante consultar no site, uma parte que exemplifica essa questão.

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