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Dicas para se dar bem na Redação do Enem

A redação do ENEM

Garantir uma pontuação significativa na redação do Enem pode ajudar o candidato a conquistar um somatório mais interessante. Por isso, a prática é a primeira das dicas nesse processo de preparação, pois é, praticamente, impossível escrever bem sem colocar o que se aprendeu em prática. Outro ponto que merece atenção é a leitura, pois pesquisas já revelaram que esse tipo de conduta contribui, consideravelmente.

 

Regras para a redação do Enem

Logo no edital, o estudante fica por dentro dos quesitos cobrados, ou seja, observar esses detalhes ajuda a compor um estudo mais focado e eficiente, nesse sentido. No Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o candidato deve demonstrar conhecimentos consistentes a respeito de mecanismos linguísticos e argumentação. Ou seja, precisa dominar o padrão da norma escrita, bem como aplicar tudo isso na hora de construir o texto dissertativo-argumentativo.

Também é importante não fugir ao tema, visto que isso gerar perda de pontos. Como mencionado, a redação bem estruturada auxilia no somatório da pontuação final. Dependendo do curso que se pretende, a redação consegue segurar as pontas e garantir a vaga do candidato. Dessa maneira, torna-sedicas para redação do enem uma estratégia importante para aqueles que almejam melhor equilíbrio das notas, no fim das contas.

 

Como é feita a correção?

O Ministério da Educação (MEC), em 2013, anunciou critérios mais rigorosos para a redação, portanto, o candidato precisa evitar ao máximo cometer erros, principalmente, os ditos “bobos”, pois qualquer deslize conta-se pontos a menos. A ordem é vasculhar os mínimos detalhes, a fim de que os textos que apresentam algum tipo de desvio ortográfico obtenha a nota máxima.

Para se ter uma ideia, a redação passa por dois corretores. O terceiro avaliador só é convocado quando existe algum tipo de discrepância em relação as notas finais. Do contrário, o critério estipulado se baseia na compreensão dos dois primeiros.

 

O que pode zerar?

A fuga ao tema é um problema real, por isso o estudante precisa manter a atenção para que tudo dê certo no final, uma vez que se afastar do assunto pode ocasionar em nota “zero”. É importante ainda que o candidato respeite a quantidade de linhas, porque se fizer abaixo de sete, o risco é iminente, por caracterizar o texto como insuficiente.

Desrespeitar os termos que movem os Direitos Humanos, bem como inserir práticas inapropriadas, como desenho, aumenta o risco de zerar. Outra coisa que pode colocar em risco essa atividade é não transcrever a redação para a folha apropriada. Ou seja, a máxima para se dar bem é: praticar, pratica e praticar.

 

Como se dar bem?

O candidato precisa ficar ligado aos possíveis temas e buscar informações a respeito, pois essa é uma tática para conseguir melhorar os argumentos. Igualmente importante é ler assuntos do cotidiano, assistir telejornais ou mesmo acessar veículos de comunicação via online. Nesse caso, bem como em outros, usar a internet em favor próprio é inteligente.

Escrever difícil não significa que a redação esteja adequada, sendo assim, menos é mais. Ou seja, é melhor que o texto esteja dentro dos padrões estipulados, do que correr o risco de colocar tudo a perder, uma vez que errar a grafia de palavras muito rebuscadas conta contra.

Pode parece clichê, mas é sempre bom avisar. Argumentar sem fundamento não é uma boa estratégia, porque além de deixar o texto pobre e cansativo, também aumenta o risco de notas menores. É importante evitar as gírias e linguagens de internet, a não ser quando isso demonstrar alguma finalidade. Mas no geral, é melhor manter distância desses jargões.

Encher linguiça também não ajuda muito, portanto, se o candidato perceber que pode concluir tudo antes de completar 30 linhas – respeitando o limite de 7 linhas – é fazer do que se complicar. Manter a atenção na concordância verbal, pontuação e ortografia já é “meio caminho andado”. Tudo bem que nem sempre sai tudo perfeito, mas isso ajuda significativamente.

 

Outras dicas

A primeira coisa que o candidato deve fazer é uma leitura minuciosa do tema, bem como nos textos que sucedem. Antes mesmo de começar a escrever precisa estrutura o início, meio e fim da história. Tudo bem que não tem como seguir isso à risca, mas ajuda bastante a montar uma tática.

A primeira versão do texto deve ser feita num rascunho. Nesse instante, a preocupação maior deve estar relacionado com o conteúdo. Ou seja, deixe para corrigir a ortografia na hora de passar a limpo. Todo texto precisa seguir um formato: introdução, desenvolvimento e conclusão.

Antes de passar a limpo, o participante deve revisar o texto, a fim de corrigir o que precisa, bem como ajustar aquela parte que merece um “upgrade”. Entretanto, é válido dizer que mexer muito no texto pode não ser uma boa ideia, por isso, as adequações só devem ser feitas, se forem realmente necessárias.

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